Este texto de minha autoria está publicado no site www.zerohora.com/canoas ,na data de hoje.
Em minha família sempre fomos muito apegados aos animais domésticos. Há 5 anos, recebi de presente um gato siamês adulto. Nem sabia ao certo sua idade, apenas que era grandão e pesava 10 kg. Na época, assistia à novela América e devido ao pelo dele ter a cor de um casaco usado pela Debora Secco, em sua personagem Sol, o nome foi dado ao felino.Passado o período de adaptação à nova casa, já que ficava amarrado em uma coleira e corrente, o bichano ganhou liberdade e não fugiu. Sol sempre demonstrou ser amigo e companheiro, deitando e sentando ao nosso lado, as vezes até querendo dar banho com suas lambidas.
Quando minha irmã Luciane estava grávida, chegava cansada de seu trabalho, deitava-se para descansar sendo acompanhada pelo mascote.
Luiza nasceu. Um dia, ela acabou ficando fora de seu berço, em uma cama sem proteção. Quando Luciane percebeu o susto foi grande, pois qual seria a reação gato x bebê?
Ao contrário do que se pensava, que Luiza seria arranhada e mordida pelo felino, ela estava sendo vigiada para não cair da cama. Atualmente, Luiza (na foto com o mascote) tem 4 anos e agita, chegando a torturar o bichano, puxando seus bigodes e lhe arrastando no chão pelo rabo. Ela já tentou escovar seus dentes e dá abraços sufocantes em seu pescoço, mas nunca levou unhadas de seu babá, apenas, uns tapas de seu protetor que não a machuca.

Nenhum comentário:
Postar um comentário