A briga que terminou na morte de um soldado dentro de um
quartel em Santa Maria, foi
motivada por um pedido de cigarro negado. É o que consta na denúncia do
Ministério Público Militar aceita pelo juiz Celso Celidonio, da 3ª Auditoria
Militar Federal. O réu, que teve prisão preventiva decretada, responde por
homicídio triplamente qualificado.
O documento assinado pelo promotor Soel
Arpini afirma que o acusado se dirigiu ao alojamento dos sentinelas, por volta
das 10h30 de 6 de novembro, para buscar um cigarro com o soldado. Ele respondeu
que não tinha, e o réu passou a ameaçá-lo. Por motivo fútil, segundo a
denúncia, o outro soldado apontou o fuzil e disparou contra a cabeça da vítima,
que estava deitado na cama do alojamento e não teve chance de reação, conforme
assinalou o promotor.
De acordo com a denúncia, o crime
aconteceu durante a troca de turno no Regimento Mallet. O autor do disparo foi
denunciado na última sexta-feira .O soldado que atirou está preso desde então. Os
dois militares entraram em março deste ano no serviço obrigatório.

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