Enquanto manifestantes contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo seguiram em caminhada pacífica na Avenida Paulista, um grupo aproveitou a multidão para realizar saques em lojas e depredaram agências bancárias, além de entrar em confronto com a polícia. Bombas de gás lacrimogêneo foram atiradas pela polícia.
De acordo com relatos, a Polícia Militar demorou a chegar ao local do vandalismo. Foram vistas pessoas carregando eletrodomésticos, como televisores LCD. Pouco antes, um grupo de manifestantes tentaram invadir a sede do governo municipal paulistano. Segundo a prefeitura, um dos agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM), que ficou ferido na tentativa de invasão do prédio, levou nove pontos na cabeça.
“Por volta das 20h, quando a situação se tornou mais crítica, a Polícia Militar foi acionada. O chefe da assessoria militar da Prefeitura acompanhou os eventos de dentro da sala de situação do gabinete do prefeito e foi orientado pelo secretariado, por volta das 20h, a pedir apoio da Polícia Militar”, disse a prefeitura em nota.
A manifestação contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo seguiu pacífica na Avenida Paulista. Todas as faixas permaneciam interditadas para o trânsito de veículos até as 23h.
A manifestação desta terça-feira teve início pacificamente na Praça da Sé. Além da reivindicação principal, pela redução do preço do transporte, os ativistas erguem algumas faixas e cartazes contra os gastos excessivos com as obras da Copa do Mundo, pedindo mais recursos para a saúde e educação.
A palavra de ordem mais usada pelos manifestantes era ei Hadad,tomamos a cidade!!
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