Juramento do Jornalista

Juro exercer a função de jornalista assumindo o compromisso com a verdade e a informação. Atuarei dentro dos princípios universais de justiça e democracia, garantindo principalmente o direito do cidadão à informação. Buscarei o aprimoramento das relações humanas e sociais,através da crítica e análise da sociedade,visando um futuro mais digno e mais justo para todos os cidadãos brasileiros.

Guri de Verdade Não Bate em Guria

A Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), aderiu à campanha nacional “Homem de Verdade Não Bate em Mulher”, que no Rio Grande do Sul também ganhou uma versão gaudéria “Guri de Verdade Não Bate em Guria”. O lançamento no Estado aconteceu ontem, no Palacinho. A adesão à ação, de iniciativa do Banco Mundial, aconteceu pela parceria da SPM, Instituto de Desenvolvimento Sustentável (Idest), do Gabinete da Primeira-Dama e da Frente Parlamentar dos Homens pelo Fim da Violência contra a Mulher.
Cerca de 150 pessoas, entre personalidades, autoridades, artistas e jornalistas prestigiaram o evento. Entre esses, a primeira-dama Sandra Genro; titular da SPM, Ariane Leitão; o presidente da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF), Rodi Pedro Borghetti; coordenador da Frente Parlamentar dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres da Assembleia Legislativa, deputado Edegar Pretto; os músicos Renato Borghetti e Ernesto Fagundes.
A campanha é uma contribuição às ferramentas de combate à violência direcionada aos homens. A atividade consiste em fotografar personalidades masculinas do Estado e distribuir as imagens nas redes sociais. Segurando um cartaz com a mensagem “Homem de Verdade Não Bate em Mulher” eles buscam, através de seu exemplo, chamar a atenção de outros homens para a questão. A única participante mulher, na campanha nacional, é Maria da Penha Fernandes, que dá nome a legislação que coíbe a violência doméstica.

Conforme a titular da SPM, Ariane Leitão, o auxílio de personalidades é importante para incentivar outros homens a não praticarem violência contra as mulheres, seja física ou psicologicamente. “Precisamos de exemplos positivos. Mostrar a importância de mulheres e homens manterem um relacionamento saudável, onde todos são iguais, independente do gênero”, afirmou.
 Fonte:Rita Escobar - Assessoria de imprensa FIGTF

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