A CPI da Câmara de Vereadores de Santa Maria que investiga o incêndio na boate Kiss, na madrugada de 27 de janeiro na cidade da Região Central do Rio Grande do Sul, que causou 241 mortes, ouviu três funcionários públicos municipais. Um deles, o arquiteto Rafael Escobar, apontou 29 irregularidades no projeto de reforma da casa noturna.
Segundo o arquiteto, a Kiss funcionava sem a certidão de conclusão de reforma, documento obrigatório para que estabelecimentos com alterações na parte interna possam operar.
Outros cinco servidores devem ser ouvidos na quarta . Na próxima semana, os delegados que comandaram as investigações devem ser convidados a prestar esclarecimentos sobre as causas da tragédia.
Fonte:G1 RS

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