Só entre 2011 e 2013, o Ministério das Relações Exteriores concedeu 112 passaportes diplomáticos em caráter excepcional a pessoas ligadas ao governo ou não.
Os casos mais recentes foram de líderes de igrejas evangélicas que receberam o benefício nesta semana. No entanto, outras personalidades conhecidas ganharam o passaporte, como o bispo emérito de São Paulo, dom Cláudio Hummes, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, e o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Cezar Peluso.O benefício permite acesso a filas de entrada separadas em aeroportos e facilita a obtenção de vistos para países que os exigem. Além disso, o tratamento é menos rígido que o dado a brasileiros com passaporte comum. No entanto, o Ministério alega que o documento não garante imunidade diplomática ou privilégio em regiões aduaneiras.

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