Recebo e compartilho com os leitores os Lançamentos da Editora Imprensa Livre,nesta 58 Feira do Livro:
Vendendo com bom humor, de Renato Pereira
O bom humor é um bom negócio. Este é o segredo apontado pelo autor
da obra, o jornalista e humorista, Renato Pereira, para quem quer viver
bem e com prosperidade. O livro “Vendendo com bom humor” é um guia
prático de consultas e dicas de como utilizar o bom humor de forma
inteligente nos negócios.
O autor faz uma analogia entre os atos de amar e comprar, em
perfeita sincronicidade: “Esquecemos a primeira compra, mas nunca o
primeiro beijo”, dispara o jornalista, lembrando que o beijo inaugural
é acompanhado do elemento surpresa enquanto que na compra pode ficar um
sentimento de culpa, fazendo que memória delete importante alegria
passada.
Sofia certamente é um belo nome de mulher, e, como tal, possui seus
atributos. Misteriosa e intrigante, está sempre questionando o porquê
disso ou daquilo...
Nunca tem uma resposta só, como: é isso! Sempre responde com outra
pergunta e nunca tem uma resposta simples, mesmo que a pergunta seja
simples como: “Por que o céu é azul?”. Certamente Sofia responderia:
“Observe melhor o céu. Veja que ele não é bem azul: é diferente em cada
dia e em cada hora. Por que isso acontece? Será pela influência da luz,
do vento, da atmosfera, da umidade... Por quê? Por quê?”.
Sofia faz jus a sua alma feminina sensível e ao mesmo tempo
impetuosa, loucamente apaixonada pela vida e pelas coisas que a
compõem.
A missão dos Guerreiros Amaluz, de Alexandre Wieth
A felicidade não deve ser o objetivo, mas, sim, a consequência.
Desta forma, o autor Alexandre Wieth sintetiza o conteúdo da sua obra.
Segundo ele, a crise nem sempre é problema, mas uma grande oportunidade
de promover mudanças íntimas que visam a ampliação da consciência e do
crescimento pessoal. “A chave para a felicidade pode estar na forma
como vemos e nos relacionamos com os problemas e crises do dia a dia”,
explica.
Doença de Parkinson – Busca da Qualidade de vida, de Telmo Reis
Falar-se de “Qualidade de vida” a todos agrada, na concepção
genérica de discutir somente tudo o que satisfaz. Doenças à parte. Foi
assim, e de certa maneira continua sendo. Pretender as condições para
viver da melhor maneira possível é uma prerrogativa humana, em todas as
épocas e situações. A expressão “qualidade de vida”, simplesmente,
ainda é precariamente conceituada e, do esboço que se tem, todos
reconhecem que é uma condição multidependente, complexa.
O estudo da “Qualidade de vida relacionada à saúde” é um novo
capítulo, recentemente integrado à medicina contemporânea, com
reconhecido destaque em Neurologia, especialidade com atenção e
trabalho voltados, predominantemente, para portadores de doenças de
evolução prolongada.





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