Juramento do Jornalista

Juro exercer a função de jornalista assumindo o compromisso com a verdade e a informação. Atuarei dentro dos princípios universais de justiça e democracia, garantindo principalmente o direito do cidadão à informação. Buscarei o aprimoramento das relações humanas e sociais,através da crítica e análise da sociedade,visando um futuro mais digno e mais justo para todos os cidadãos brasileiros.

11 anos depois

Há onze anos atrás, o mundo foi surpreendido com o ataque às torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, atribuído à rede terrorista Al-qaeda, de ideologia fundamentalista muçulmana. Estava no Parque Eduardo Gomes,na manhã daquele dia,auxiliando o patrão Adão do DTG Pealo de Estância  quando meu celular começa a receber noticias do incêndio que acontecia na primeira torre. O primeiro avião acabara de colidir com ela. Fiquei ali petrificado lendo e logo mais vendo as imagens que chocaram o mundo. Logo outro avião atingiu a segunda torre e o que se viu foi uma cena de pânico e horror que tomava conta dos cidadãos que viviam ali. Não demorou muito, a torres começaram a ruir, uma após a outra, deixando um vazio no cenário daquela cidade e do mundo. O resultado foi de muitas vidas sacrificadas, atos de heroísmo e humanidade dos bombeiros e um rastro de guerras contra o terror.
Uma pergunta ficou no ar, que até então não foi respondida: o que levou pessoas a cometerem tal ato? Eles invadiram o território de um país, sequestraram quatro aeronaves de grande porte, pilotaram as mesmas com habilidade de quem foi treinado minuciosamente para direcioná-las a seus alvos. Seria uma reação contra o poder imperialista norte-americano simplesmente? Teria por detrás uma questão religiosa para afirmação de obediência à divindade? Seria resultado de um comportamento psicopata dos líderes da rede terrorista?
O fato é que o 11 de setembro marcou a história do começo do século XXI. Um novo contorno das relações de poder começou a ser instaurado, em que ficou claro que: o imperialismo norte-americano não poderia mais ser o mesmo; as relações econômicas começariam a dar lugar a novas nações emergentes que se despontam no cenário mundial; o paradigma do petróleo precisava ser substituído por uma outra matriz energética, gerando a busca de novas tecnologias; a segurança mundial em risco clamava por novas forças que a tornem viável; o ocidente precisava abrir o diálogo com as formas de pensar vindas do oriente.

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