Pesquisadores japoneses encontraram sinais de mutação em borboletas, sinalizando um dos primeiros indícios de que o ecossistema local sofreu mudanças após o acidente nuclear em Fukushima.
Joji Otaki, que liderou a pesquisa, recentemente publicada no Scientific Reports, coletou quase 400 espécimes de uma borboleta muito comum no Japão.
Nos resultados iniciais, 12% das borboletas mostraram sinais de anormalidades, como problemas em suas antenas, asas de menor porte, mudança nos padrões de cor e olhos recuados. Amostras coletadas seis meses depois foram ainda mais alarmantes: as mutações foram encontradas em 52% dos animais.

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