Um dia após a cassação de Demóstenes Torres, sua equipe começou a esvaziar o gabinete que foi ocupado pelos últimos nove anos. O ex-senador deixou o cargo por 56 votos contra 19 por quebra de decoro parlamentar e por ter utilizado o cargo para favorecer o contraventor Carlinhos Cachoeira.
Procurador de carreira, Demóstenes deve passar por um procedimento disciplinar quando retornar ao Ministério Público de Goiás, do qual estava licenciado desde 1999. A Corregedoria-Geral esperava a decisão do plenário para apurar se Demóstenes cometeu falta funcional.
Se reassumir o posto de procurador na 27.ª Procuradoria da Justiça, Demóstenes receberá salário de R$ 22 mil, além de benefícios. Ele também continuará a ter foro privilegiado.
O ex-senador confirmou que recorrerá da decisão no Supremo Tribunal Federal (STF).

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