Em 2005 aquando do princípio da doença que lhe tirou a vida, Steve Jobs disse num discurso que se tornou famoso:
Ter em mente que estarei morto em breve foi a ferramenta mais importante que encontrei para ajudar-me a fazer as grandes escolhas da vida. Porque quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo de embaraçamento ou insucesso – todas estas coisas apenas perdem sentido frente à morte, deixando apenas o que é realmente importante. Lembrares-te que vais morrer é a melhor forma que eu conheço de evitar a armadilha de pensar que tu tens algo a perder. Tu já estás nu. Não há razão para não seguires o teu coração(...)
Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E ainda assim a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca escapou a morte, e é assim como deve ser porque a morte é a mais perfeita invenção da vida. É o agente da vida que traz mudança. Ela elimina o velho para abrir caminho para o novo. Neste momento, o novo és tu, mas num dia qualquer, não muito distante de agora, tu vais gradualmente tornar-te o velho e ser tirado do caminho. Desculpem ser tão dramático, mas é a pura verdade.
O teu tempo é limitado, portanto não o percas vivendo a vida de uma outra pessoa. Não fiques preso pelo dogma de viver com os resultados do pensamento das outras pessoas. Não deixe o barulho da opinião dos outros secar a tua voz interior. E mais importante, tenha a coragem de seguir o teu coração e a tua intuição. Eles de alguma forma sabem o que tu realmente queres te tornar. Todo o resto é secundário”. Steve Jobs.

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