Cinco anos após a condenação de Suzane Von Richthofen e de Daniel e Cristian Cravinhos, pelo homicídio dos pais da jovem, o promotor Roberto Tardelli diz acreditar que o perfil psicológico da acusada é o que dificulta a sua progressão para o regime semiaberto. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou habeas corpus a Suzane para progressão ao regime semiaberto neste ano.
- O que está dificultando a saída dela é o seu perfil psicológico. É um perfil que deixa os psicólogos, os juízes, os desembargadores e os ministros inseguros. Porque as pessoas percebem que ela tem o que chamamos de potencial criminogênico, e que a possibilidade dela reincidir é extremamente alta.
A decisão, do ministro Og Fernandes, foi divulgada em junho e faz com que Suzane continue presa em regime fechado. Ela cumpre pena de 39 anos de reclusão pelo homicídio triplamente qualificado de seus pais: por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa das vítimas.

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