Jarbas Passarinho foi ministro em três governos da ditadura , o tenente-coronel reformado de 91 anos, pediu a ampliação das atividades da Comissão da Verdade. Para ele, o grupo também deve investigar “os crimes da esquerda radical” durante o período, em especial do PCdoB.
“Minha posição sempre foi a seguinte: não sou contra (a comissão aprovada na Câmara) porque não sou a favor de tortura. Mas não sou a favor de decisões unilaterais. A guerra foi total, teve também o terrorismo. Isso eu critico e sempre critiquei", afirmou. O ex-ministro foi um dos responsáveis pela assinatura do AI-5, em 1968.
“Reconhecemos que houve abusos por parte do governo. Mas eles não aceitam isso desde a Lei de Anistia de 1979.

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