Além de impedir o retorno do crime organizado e buscar proximidade com moradores dos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio, o Exército tem outro desafio na região que durante anos foi o quartel-general do tráfico no Rio de Janeiro: impedir desvios de conduta de 1.700 homens que patrulham as duas regiões.
Desde o início da ocupação, há quase sete meses, cerca de cem militares foram afastados do trabalho no Alemão e na Penha, conforme revelou o general Adriano Pereira Júnior, comandante militar do leste e responsável pela Força de Pacificação . Os motivos dos afastamentos vão desde desvios de conduta militar a suspeitas de envolvimento com traficantes.

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