"É com infinita tristeza que hoje me sinto obrigado a apresentar ao Conselho Administrativo minha renúncia ao cargo de diretor-geral do FMI", disse Dominique Strauss-Kahn, em comunicado.
Apesar da renúncia, Kahn reafirmou sua inocência no caso de abuso sexual. "Quero dizer que nego com a maior firmeza possível todas as acusações que foram feitas contra mim". Ele está detido desde sábado, em Nova York, e sua defesa deve fazer um novo pedido de liberdade sob fiança. Nesta segunda, o tribunal de Manhattan negou o pagamento de fiança de US$ 1 milhão proposto pelos advogados.

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