A prefeitura já tem um plano de emergência para garantir a manutenção de serviços básicos para a população como a distribuição de água, a coleta de lixo e o acesso à saúde.
Pontos serão cortados:
O secretário de Coordenação Política e Governança Local, Cézar Busatto, disse estar aberto para negociar e acredita que o compromisso dos grevistas de não parar com serviços básicos deve ser mantido.
Outra medida tomada pela prefeitura é a decisão de cortar o ponto dos funcionários que aderirem à greve.
A diretora-geral do Simpa, Carmen Padilha, acredita que cerca de 90% dos professores da rede municipal - que vai da educação infantil ao ensino médio em algumas escolas - farão parte do movimento. Setores como o de assistência social e de infraestrutura também prometem adesão alta.
O aumento exigido pelo Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) é superior à inflação e considera perdas dos últimos anos.
Entre outros projetos, a categoria reivindica um plano de carreira para todos os servidores e o aumento do vale refeição de R$ 12 para R$ 18.

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