O objetivo é compensar o déficit energético esperado para os quentes e úmidos meses de julho, agosto e setembro, quando o consumo de ar-condicionado dispara.
Pelos cálculos do ministério, o desastre deixou quase dois milhões de toneladas de escombros de madeira capazes de produzir cerca de 200 mil quilowatts de energia. Seis usinas de geração elétrica da região de Tóquio e do norte do país demonstraram interesse em transformar os escombros em material próprio para queimar.
O orçamento para a reconstrução que o Governo apresentará no fim deste mês no Parlamento inclui 2,5 milhões de euros para a compra de máquinas capazes de retirar os escombros.

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