Terminou sem acordo a negociação entre a família Assis e a Prefeitura de Porto Alegre para a manutenção do contrato com o Instituto Ronaldinho Gaúcho. O motivo seria o pedido de aumento de 160% nos repasses anuais da Capital para a organização. O alto valor fez com que a secretaria municipal da Educação decidisse encaminhar a rescisão do contrato. "A proposta ficou muito além daquilo que poderíamos pagar. Em 2010, pagamos R$ 1,4 milhão. O pedido da família Assis elevaria o valor em 160%, chegando a R$ 3,7 milhões", explica a secretária Cleci Jurach.
O aumento no repasse não alteraria o número de crianças beneficiadas pelo instituto, que atualmente é de 700. Com o final do contrato, os jovens serão atendidos em outros espaços, que estão sendo negociados pela secretaria.

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