Apenados de três albergues da Região Metropolitana irão usar tornozeleiras eletrônicas a partir desta semana. São dez detentos dos albergues Pio Buck e Miguel Darío, de Porto Alegre, e mais cinco do Instituto Penal de Viamão. Eles serão monitorados por 30 dias. Até então, os testes eram feitos apenas com os próprios agentes. Os servidores que farão o monitoramento começaram a receber treinamento nesta segunda-feira. Com o controle por satélite, a Susepe poderá saber onde estão os presos que tem permissão para sair da cadeia e trabalhar.
Em todo Brasil, cerca de 80 mil presos devem ser monitorados com as tornozeleiras eletrônicas. A meta inicial para o Estado é de 2 mil presos. A fiscalização será da Justiça e Ministério Público. Segundo o juiz Sidnei Bjuska, mais de cem presos do regime aberto estão sendo soltos na Região Metropolitana sem monitoramento.
Uma decisão do STJ determina que se a penitenciária não tem condições de abrigar os apenados, eles devem ser liberados para ir para casa, excluídos os condenados por crimes hediondos.
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