Juramento do Jornalista

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Dia nacional da cachaça

São inúmeras as denominações dadas à bebida mais brasileira que existe. Junto com o futebol e a feijoada, a cachaça, aguardente, pinga ou ainda canha (como é conhecida no Rio Grande do Sul) pode ser considerada uma paixão nacional. A identificação com a bebida é tamanha que 21 de maio foi instituído como o Dia Nacional da Cachaça.
Atualmente, a cachaça é a terceira bebida destilada mais consumida no mundo, só perde para o da vodca e do soju, bebida coreana feita do arroz e da batata-doce. Trazida pelos primeiros portugueses que chegaram ao Brasil, foi transformada do vinho de cana-de-açúcar e da garapa azeda no destilado que se conhece hoje.
A origem do nome tem lá suas controvérsias. Uns afirmam que foi originada da velha língua ibérica onde "cachaza" significava vinho de borra. Outros, porém, dizem que surgiu a partir da palavra "cachaço", que significava porco, também na língua ibérica e seu feminino seria "cachaça". Divergências à parte ela é hoje conhecida mundialmente e está presente nos melhores bares e restaurantes.
Em Porto Alegre, a Água Doce Cachaçaria é a única casa especializada em cachaça de alambique. No cardápio de bebidas, 217 rótulos de cachaças (seis produzidas no Rio Grande do Sul) e mais de 240 tipos de coquetéis, preparados com a aguardente. O local tem ainda certificação do Programa de Avaliação da Conformidade da Cachaça com o apoio do Inmetro.
Contudo, não é possível falar na bebida sem nem ao menos citar um dos coquetéis brasileiros mais conhecidos lá fora, a famosa caipirinha. Feita a base de limão, cachaça, açúcar e gelo é tradicionalmente preparada no copo em que é servida. Apesar disso, é comum algumas pessoas utilizarem coqueteleiras para misturar os ingredientes. Considerada um produto nacional por decreto de lei, só é legítima se for feita com cachaça.

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