
Um time de arqueólogos evangélicos chineses e turcos disse ter encontrado restos da Arca de Noé no Monte Ararat, na Turquia. A descoberta foi feita em um ponto a 3.900 metros de altitude. Eles dizem ter quase certeza absoluta de que se trata da arca bíblica, usada por Noé para salvar os animais e sua família do dilúvio.
Os pesquisadores afirmam que a datação de carbono prova que os restos que acreditam ser da arca têm 4.800 anos, o que confirmaria os relatos da Bíblia de quando ela boiou nas águas do dilúvio que teriam tomado a Terra.
De uma maneira bem científica, Yeung Wing-Cheung, do time internacional de pesquisas dos Ministros da Arca de Noé, disse, segundo o tabloide The Sun: “Não temos 100% de certeza de que é a Arca de Noé, mas 99% de certeza”. Ele também revelou que os destroços parecem ter compartimentos, onde os animais teriam sido guardados, para serem salvos. O time evangélico descarta a possibilidade de o achado tratar-se de habitações humanas, não encontradas acima de 3.300 metros.
A comunidade científica internacional recebeu a notícia com descrença. Ela não acredita, por exemplo, em um dilúvio de grandes proporções que teria acontecido há cerca de 4.800 anos. Segundo a Bíblia, Deus decidiu alagar o mundo depois de perceber que os homens haviam se corrompido. Ele pediu que Noé construísse uma arca, onde deveria guardar um casal de cada espécie de animais existentes, para que repovoassem o mundo depois do dilúvio. Muitos acreditam que depois que as águas baixaram, o barco ficou preso no Monte Ararat.
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