José Carlos Pereira da Silva, 55 anos, trabalha numa carrocinha de cachorro quente próximo ao local há sete anos e lamenta a interdição. Ele conta que excursões vão até o local para tirar fotografia e que as pessoas se frustram por não poder utilizar o espaço.
A coordenadora de Monumentos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smam), Cibeli do Carmo, informou que a prefeitura está em busca de alguma empresa que se interesse em adotar a obra, por meio da Lei de Adoção. Em contrapartida, a companhia pode ter o seu nome vinculado ao reparo e à reinauguração do espaço.
fonte:ZH
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